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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

mais compostura? tente outra vez!

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alguém me confessou um destes dias lidar muito mal com as contrariedades.

lidamos todos, com certeza, podemos pensar. e é verdade:)

mas esta confissão tinha algo de diferente: a pessoa em questão perde a compustura (e a noção do que está a fazer) e parte para alguma 'agressividade' se da outra parte não ouvir nenhuma ajuda para resolver os problemas que a afectam.

perde a noção de como fala, de como se expressa. dá ordens ao chefe, se for preciso. 

no final, quando se dá conta, depois de ter perdido o norte por momentos, arrepende-se. não quer 'funcionar' desta forma. quer ter maturidade para lidar com os assuntos. quer expressar-se de forma mais construtiva.

aparentemente, quando sente que a conversa segue caminhos já explorados, que nada acrescentam, sente-se injustiçada. quando lhe sugerem o que já tentou, sente-se atacada na sua inteligência.

o que a afecta de verdade?

provavelmente stresses vários com incertezas, inseguranças, timings a cumprir, sentimento de falhanço, entre tantas outras possibilidades. 

eventualmente, está a procurar soluções num ambiente apenas lógico, cerebral. pouco dado a perspectivas criativas. a inovação.

com frequência este é o maior muro que nos afecta: a cabeça. o nosso lado racional a procurar soluções de outra natureza. 

todavia, o cérebro e o inconsciente não andam de mãos dadas. é preciso dar espaço a outras perspectivas. a outros ângulos. se não lhes abrirmos a porta, a frustração pode criar espaço para a irritação, para a impaciência. e estas podem assumir a forma da 'agressividade'.

onde está a maturidade, então? em procurar novas formas de pensar, de criar, de inovar. 

como chegar-lhes?

às vezes mudando só de cadeira, de lado da mesa, de sala. saindo de cena para ir comer uma peça de fruta, andar. falar com alguém externo sobre outros assuntos. 

sobretudo não cedendo à tentação do 'não tenho tempo para isto!'. se não tem, desista. não vai a lado nenhum. se se conceder uns minutos extra, pode ganhar muito mais. a resiliência é a palavra passe!

Be Great!