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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

espelho meu, espelho meu, quem tem melhor imagem do que eu?

numa conversa recente surgiu o tema: 'devo ou não dizer a um cliente com quem trabalho que a imagem dele não é a melhor?'

gosto sempre de perceber o que pode determinar estas comparações.

falou-se nas opções dos cortes dos fatos. das opções por cores (de camisas e gravatas). entre outros tópicos. 

alegou-se que, a manter o que está, aquela imagem, aquelas opções, não estarão de acordo com o que serão as possíveis premissas do que será a imagem adequada para aquela pessoa. para aquele cargo. para aquela empresa.  

abordou-se possíveis 'modelos' de uma imagem impecável. em grande parte induzida pela comparação com outros modelos.

a pergunta mantinha-se: devo ou não dizer?

com frequência falo sobre este tema com os meus clientes. um toque aqui. outro acolá.

a maior parte percebe a ideia de que uma imagem 'cuidada' lhes trará melhores resultados. mais difícil é não termos todos a mesma leitura do que é uma imagem 'cuidada'. 

por isso há cautelas a ter. e outras questões a colocar.

pode melhorar? em quê? o que cria ruído com os outros? pode começar numa determinada área da sua vida profissional ou pessoal e dentro destas em momentos específicos?

mais do que questões, conviria utilizarmos de alguma cautela. mudanças radicais podem gerar um ruído muito maior na pessoa a quem pedimos que mude.  

criamos um novo problema a quem era pedido que comunicasse com eficiência. a forma ganha toda uma dimensão.

foquemo-nos então no aspecto, na característica, na peça, que pode ter maior impacto no todo. e comecemos por aí. um fato que é demasiado claro pode expor em demasia os defeitos do corte. uma gravata demasiado fina num pescoço largo demais soa estranha (e apertada). uma saia mais curta pode fazer sobressair o que não se quer numa poltrona em palco. 

todas as histórias têm um início. mudar de imagem também: se saltarmos para a conclusão resta o gosto amargo de não termos apanhado as nuances de uma boa intriga, por exemplo. e a memória não vai ser tão vívida.

não menos importante, viver e consolidar mudanças torna-nos proprietários

mudar-para-que.jpg

 

 dessa novidade. portanto, mais seguros e mais confiantes nos nossos papéis.

 

Be, Great!

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