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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

porque complicamos quando queremos criar?

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encontrei-me com umas amigas que confessavam, a propósito do trabalho, que estavam num período de desmotivação. e, pior, não sabiam como contrariar o sentimento negativo. diziam que sentiam falta de alguma criatividade.

não é fácil, já nos afectou a todos nós, sentirmo-nos bem em baixo por falta do ânimo da motivação e com a cabeça vazia de ideias.

o que fazer? é a questão que surge então. como contrariamos esta linha descendente?

há, com toda a certeza, inúmeras sugestões que correm como listas a não perder de vista e que apontam para a curiosidade, para não derrubar ideias só porque sim, arejar a cabeça (com arte, com literatura, com música, enfim, com o que se quiser), entre tantas outras.

para mim há duas possibilidades a correr de imediato que ajudam, e muito:

- mudar de local de trabalho - quando num escritório, seguir para a copa, para o hall de entrada, para uma cadeira mais ou menos desconfortável que nos dê novas perspectivas, novos ângulos; é válido sair do escritório e caminhar nas imediações, ir tomar café mais longe, dar um pulo ao parque ou praia mais próximos, nem que seja para ver o mar.

- procurar inspiração de outras pessoas que nos dizem algo, que acrescentam (e não diminuem). perguntar-lhes o que lhe sugere um tema, um assunto, uma dificuldade. pedir-lhes que falem sobre. que partilhem uma experiência. para que depois partilhemos as nossas dificuldades, os nossos potenciais projectos e ideias. 

para ajudar, a primeira depende apenas de nós próprios. a segunda é uma ajuda externa, depende de outros (e podem insistir e não desistir do processo logo ao primeiro ou segundo 'entrevistado').

a combinação das duas pode ser extraordinária. cada uma delas, só por si, já ajuda. 

e sendo tão facéis e tão acessíveis, porque demoramos tanto a contrariar o negativo que se instala com a desmotivação e a aparente falta de criatividade?

 

Be Great!

a vulnerabilidade é um acto de coragem!

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a vulnerabilidade é, sobretudo, nos dias que correm, um acto de coragem. mas é também o melhor resultado na humildade na escala devida. 

estar vulnerável é aceitar que nos expomos. é perceber que estamos ali - ao vivo e a cores - perante todos os outros à nossa volta. sabendo que isso nos pode trazer desconforto. e sem problema de maior com esse desconforto. 

talvez por isso, esse desconforto vai ficando mais leve e menos pronunciado.

estar vulnerável torna-nos, , ao mesmo tempo, profundamente conscientes, presentes no momento. e ao estarmos assim, presentes e conscientes, estamos genuinamente entregues ao resultado que queremos obter. ganhamos a confiança que nos faltava para contrabalançar   o nervo miudinho que se começava a instalar na nossa cabeça, nas nossas mãos, na nossa barriga, ou onde for.

se pendurarmos neste resultado o nosso melhor sorriso, o olhar mais atento, as mãos e o corpo começam a ganhar força. vontade de se mexer. e nós com eles. as palavras ganham todo um novo sentido. e o resultado... bem o resultado é uma flecha directa ao coração da nossa audiência.

sejamos os corajosos que aceitam a sua vulnerabilidade. é quando começamos a divertir-nos, de facto, com a nossa exposição. e com o facto de estarmos, confortáveis e confiantes, no meio de quem nos ouve.

 

Be Great!

 

 

abaixo o negativismo!

hoje, a ajudar uma cliente a preparar uma reunião que se antevê 'delicada' (para não dizer outra coisa), observei uma vez mais que as palavras escorregam com frequência para o negativo, para o que não temos, para o que diminui as nossas mensagens. e isso é mau. 

num mundo com cada vez menos quota de atenção, retirar qualquer nuance de força, de assertividade ou de surpresa às nossas mensagens, não devia ser permitido.

que fiquem de fora os argumentos mais triviais: bem, hoje ainda não trago a resposta ao problema; ou, acredito nestes temas, mas podem sugerir outros; ou, isto está a funcionar, mas...

chega de história de culpa e de excesso de humildade.

que comece uma nova era de assertividade, de pragmatismo.  

a vida fica bem mais fácil...

 

Be Great!

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