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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

mais nervos ou nervos a mais?

esta semana falei muito sobre o medo, os medos, os nervos, a ansiedade ou a vontade de fugir quando nos expomos perante alguém. este é um tema central nas minhas sessões sobre falar em público. 

todos sentimos este medo, estes nervos - ainda que possamos dar-lhes outro nome. 

quem tem mais à vontade com a exposição, trata o medo, os nervos por tu. aceita-os no processo. sabe que fazem parte. aliás, que podem fazer parte. e fazem.

os outros, os que não os aceitam, reajem-lhes. e quando reajem algo acontece.

o mais comum é deixarmos de respirar. não ao ponto de cortarmos com a vida, mas deixando apenas um fiozinho de ar que fica ali pelo pescoço e não deixa que nenhuma ideia ganhe força. 

igualmente comum é adoptarmos o síndrome da formalidade: a voz fica formal, a postura hirta e o discurso flat e pouco interessante, até porque eliminamos o riso, o brilho, a alegria, não vá alguém levar-nos pouco a sério.

o resultado? adivinhem?

não nos levam a sério. não criamos impacto. não há memórias. 

a minha pergunta: para quê tanto nervo, tanto sofrimento, se no fim não marcamos quem está na nossa frente?

Be Great!

bons-nervos.jpg

 

sobre o impacto que criamos nos outros #2

por defeito de profissão, tornei-me mais observadora. gosto de olhar os que me surgem na frente. sejam comuns mortais, clientes, amigos, ... ganhei gosto a detectar o impacto que os outros criam.

tornei-me uma observadora profissional: não me esforço por ouvir ou por seguir pensamentos, deixo-me surpreender por características que saltam à vista (pelo menos à minha). tornei-me mais sensível à verdade que surge da mistura de palavras, da modulação da voz e do maior ou menor jeito com as mãos, sorrisos cheios de lata.

criei uma convicção, por força desta observação: criamos tão maior impacto quanto mais formos honestos, presentes e ligados ao momento e pessoas que temos pela frente. parece não falhar: quanto mais assim formos, mais fluídos conseguimos ser. mais atentos ficamos aos que temos pela frente.

por isso a ansiedade não faz sentido. aceitemos a vulnerabilidade da exposição. porque ela aproxima. porque ela traz ao de cima o que de melhor há em cada um de nós.

experimente!

 

Be Great!

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