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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

liderar é apontar caminhos

quando falamos com os nossos filhos, com amigos mais novos, mesmo mesmo mais novos, percebemos as diferenças de perspectiva. a forma diferente como encaram o mundo, as 'verdades absolutas' que foram vendidas às gerações mais velhas. a perspectiva de procurarem ângulos diferentes. caminhos alternativos. que podem levar-nos ao mesmo destino. ou ir além dele, o que é sempre melhor:)

não deveria ser preciso ir tão longe, neste olhar sobre outras gerações. diria eu que não precisamos de ir tão longe para percebermos que cada um de nós é diferente dos demais. mesmo. sempre. não tenho dúvidas.

por isso fico muito satisfeita quando encontro líderes de verdade. daqueles que sabem que é nestas diferenças que está a força das suas equipas. e portanto das suas empresas. olhar para cada um, encontrar o seu potencial, o seu talento, e deixá-lo brilhar, ajudá-lo brilhar, deveria, por isso, ser fácil. 

mas não é! porque será?

líder que é líder alimenta-se destas diferenças. cresce com elas. está atento aos detalhes que podem resultar em algo maior. e nunca por nunca esquece as pessoas. 

 

Be Great!

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a intenção que tudo muda

durante anos pensei que o elemento decisivo em comunicação era termos uma acção deifinida. em linguagem de futebol (tanto quanto eu a percebo), seria como o treinador dizer aos seus jogadores: queremos marcar golo! tudo o que fizermos em campo tem um fim último: fazer a bola entrar na baliza!

de alguma forma, incitar à acção tem impacto, claro está, no resultado obtido.

mais recentemente percebi que não chega saber só que acção queremos promover. tem de haver uma intenção clara por detrás do discurso. efectivamente, quando ouvimos uma talk num TedX ou num contexto em que ouvimos discursos que nos impressionam, nem sempre há uma acção e não é por isso que desvalorizamos aquelas prestações...

muito pelo contrário. há uma partilha de algo que valorizamos. não é tanto a forma que ganha, mas antes o conteúdo exposto de uma forma que nos move. há uma intenção clara que reforça estes momentos: a partilha de um elemento que pode mudar a nossa vida, a forma como vemos o mundo, ou a forma como encaramos um determinado acontecimento.

acreditamos que coisas incríveis vão acontecer depois disto. passando à prática: mobilizamos quando é claro o ganho que está além de todos nós. 

o que podemos retirar daqui?

nem todos os momentos se resumem a marcar golo no imediato e nem sempre há espaço ou oportunidade de partilhas. mas se associarmos os dois princípios, se reforçarmos a dose de intenção nos nossos momentos de exposição, muito vai mudar. a começar na nossa voz, nos gestos que vão reforçar as palavras e as ideias.  

mais intenção pf.

 

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odeio a rotina:)

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por isso mantenho uma luta interior com a minha agenda. há anos que me ganha.

bem sei que, no limite, tenho que me organizar. mas já que a uso, então que ganhe alguma coisa com isso: foi assim que passei a aceitá-la na minha vida.

e acrescentei um extra. ou vários. passei a incluir na minha agenda recados para mim, com citações, ideias, imagens que, imagino, me vão saber bem encontrar por aí.

depois, consigo não mais me lembrar de onde pus os recados para mim mesma. até os encontrar. até saírem da minha agenda como um 'to do'. assim, já gosto mais da minha agenda.

Be Great!

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sobre falar. mais, muito mais.

nos nossos dias, escrevemos mais do que falamos: mails, sms, whatsapp, you name it. 

muito mais confortável do que levantar o rabiosque e irmos ao encontro de outros, lá optamos por mandar uma pergunta, um desafio. por isso é fácil perceber que nos custa liderarmos uma reunião. defendermos uma ideia. expor algo. 

e, no entanto, há pessoas, que parecem ter o dom da palavra, não é? não quer dizer que tenham de verdade.

elas podem ter uma facilidade extra, um maior à-vontade. mas o que fazem, garantidamente, é alinhar ideias. saberem o que querem daquele momento. daquelas pessoas.

e praticam. muito. 

quando cumprimentam quem se cruza nos seus dias. quando pedem algo, mesmo que no café. quando pedem a colaboração de alguém ou simplesmente quando respondem ao que lhes perguntam. 

cumprimentam, pedem, respondem com atenção ao que o outro lhes traz: seja o olhar, a atenção, os ouvidos à escuta. 

diz, quem já viu em si mesmo os ganhos de praticar, que dá resultado:) 

 

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falar bem? só depois de ouvir melhor

impressionar os outros pela forma como falamos tem um gostinho muito especial. mais ainda se juntarmos ao 'falar bem' um ouvir ainda melhor.

ouvir o outro tem, normalmente, o seu quê de egoísmo, já que a questão que domina a nossa atenção permanentemente é: o que ganho eu a ouvir isto? ou a ouvir esta pessoa? 

e que ganhamos nós, efectivamente, em ouvir os outros?

ganhamos sempre qualquer coisa, diria eu. ganhamos mundo, eventualmente, quando nos deixamos surpreender com novas ideias.

ganhamos perspectiva quando percebemos outras formas de ver a realidade.

ganhamos dimensão, quando nos concentramos também em quem temos à nossa frente. ficamos mais focados, mais assertivos, mais interessados no que queremos realizar do que no caminho para lá chegar.

é quando os outros ganham também: há uma dimensão em nós que lhes interessa de verdade. as barreiras caem, a mensagem passa, certeira aos ouvidos e ao coração de quem está do outro lado.

isto é comunicar, certo? 

 

Be Great!

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