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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

quer ser um comunicador de mão cheia?

expormo-nos pode doer em algum momento de nossas vidas. podemos sentir-nos mal porqueestamos a pôr um pé fora da nossa zona de conforto; ou porque estamos cientes dos rostos à nossa frente, olhando para nós - à espera de algo novo, ou a tentar perceber algo em particular ou apenas entediados de morte -; ou podemos temer a reação daqueles que estão ouvindo.

uma coisa eu sei: os palestrantes que mais nos marcam parecem ser ao mesmo tempo vulneráveis ​​e confiantes. é como se eles trouxessem ambas as emoções para o palco e, apesar de sentirmos a sua confiança, é notório que não estão muito confortáveis ​​nesse papel. eu acredito que eles têm uma estratégia em comum: aceitam o constrangimento e vão em frente.

e será a arte de bem falar em público uma questão de confiança e vulnerabilidade?

para mim há mais: é também o equilíbrio que podemos trazer para o "palco". equilíbrio entre confiança e vulnerabilidade e entre o medo do processo e a coragem para enfrentá-lo, entre outra

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emoções extremas. e é tudo sobre sentirmo-nos confortavéis no desconforto.

e pode até ser algo mais: bons oradores são verdadeiros. parecem um amigo que compartilha connosco algo que vale a pena conhecer. e é por isso que eles são tão atraentes. ninguém esquece. aliás é impossível esquecê-los.


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sobre a intenção #3

diga-se sobre a intenção que trazemos ao nosso discurso que... não a devemos esconder.

se vamos partilhar uma ideia é porque ela nos parece relevante. importante. mobilizadora. motivadora. queremos conquistar alguém para que faça algo. focarmo-nos apenas na mensagem não chega!

é preciso sabermos o que queremos efectivamente que aconteça. que impacto queremos criar nos outros. e trazermos essa intenção para as mãos, para os olhos, sobretudo para a voz. sem essa intenção, a expressividade será pouca. os resultados menos ainda...

 

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sobre estar ok

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muitos de nós, durante demasiado tempo, talvez, insistimos em controlar o máximo de variáveis ao nosso alcance. é o nosso ego a dar-nos ordens. para que ordenemos tudo à nossa volta. dizemos para nós próprios que, quando tudo estiver controlado, tudo corre bem.

e, no entanto, quantas vezes corremos atrás de tudo e todos para que tal aconteça e, cansados da corrida, concluímos que nada é perfeito? 

é quando a nossa essência, o nosso instinto, o nosso espírito mandam calar o ego. shhhhhhhh, qual controlo? afinal de contas, só conseguimos garantir o que conseguimos garantir: o que depende apenas de nós.

surpreendentemente é quando tudo parece organizar-se em nós e à nossa volta.

parece que deixámos de nos preocupar, mas na verdade só deixámos de sofrer com o que não é a nossa esfera. é quando chamamos a nós próprios uma série de cuidados. é quando os resultados começam a surgir. venham eles.

 

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sobre a mudança #4

mudar implica evoluir. evoluir implica fazer algo diferente. para melhor, esperamos;) implica crescer!

este fim de semana fui recordada de um princípio básico: crescemos com as diferenças. não há como evitar. e, por isso, o melhor é não evitar estas diferenças. podem ser desconfortáveis, mas quando as olhamos nos olhos percebemos que nos trazem um pouco de nós. já esquecido ou inconsciente.

ficamos mais fortes. e prontos para o próximo passo.

vamos a isto!

 

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