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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre estar (mesmo) em palco

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estar em palco deve ser isso mesmo: estar.em.palco. viver o momento. aproveitar a oportunidade para chegar ao outro.

e tantas vezes, estar em palco é accionar o filtro do contra: não sou grande espingarda a falar em público; não estão a perceber; olha, aquele (ou aquela) já estão a olhar para o telemóvel; e tanto outro ruído que nos passa pela cabeça. 

o mais curioso, a melhor parte, é que há normalmente muitas pessoas que compõem a audiência que querem apenas ouvir, deixar-se ir, seguir uma boa proposta de história. e nós só queremos saber dos que não estão para ali virados, aliás dos que nós acreditamos não estarem para ali virados. e nem sabemos exactamente o que lhes passa pela cabeça.

'passar a perna' a estes pensamentos é a melhor estratégia. foque-se no que tem de melhor. o sorriso, a franqueza, entre outros, são muito importantes, mas o que não pode absolutamente falhar é estar presente, é estar em palco. de verdade. com intenção. a pisar o palco, a olhar a audiência. estar focado no momento.

a audiência percebe a diferença entre os que estão com gosto e os outros. aos primeiros, os que estão de verdade, desculpa quase tudo. dos segundos, não resta grande história.

 

Be Great!

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sobre a vontade de controlar

ouvi por estes dias que o que faz dos dinamarqueses o povo mais feliz ao cimo da terra é o facto de se verem, cada um individualmente, a controlar a sua vida. acrescento eu que, mais do que a controlar, cada dinamarquês está efectivamente ao comando da sua vida. 

controlar ou comandar: há diferença?

são conceitos muito próximos, ainda que lhes encontre algumas diferenças. a maior das quais: quem quer controlar - tudo o que envolva terceiros ou o mundo - cedo ou tarde descobre uma imensa frustração. não há qualquer garantia de que seja obedecido. há outras vontades que surgem e ocupam espaço. é o que nos começa a limitar nas nossas vontades. ou a seguir embrutecidos contra tudo e contra todos. 

no final, o esforço é desproporcional!

estar ao comando, implica que sei para onde quero ir. para onde vou. mas sei, por antecipação, que haverá um caminho até lá. com mais ou menos curvas, paragens e reajustes. 

estar ao comando implica que me conheço. que consigo gerir-me e levar-me até aos meus limites. dá-me uma enorme liberdade e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade acrescida.

prontos para a viagem?

 

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sobre a intenção

ontem fui fazer um dia de workshop de mandalas. a sábia Joana Sobreiro lançou o desafio: antes de criar, escreve a tua intenção. e eu escrevi. e, no final, o resultado era directo, cumpria exactamente com a minha intenção.

eu, que falo muito de intenções, (re)aprendi - para além de um pouco da arte de mandalar - que a intenção é a base. o ponto de partida. identificada que fica, é tão mais fácil seguir em frente.

intenção aplicada à comunicação é o mesmo: importa saber exactamente o que queremos que aconteça com o que vamos comunicar. não chega dizer que queremos dizer, informar, comunicar qualquer coisa. essa é uma intenção 'morninha'. de passar informação não reza a história.

intenção é o depois. o que está a seguir a fecharmos a boca. é o que queremos que aconteça a seguir. se motivamos uma equipa a fazer algo, de diferente. se apontamos uma direcção e acompanhamos o novo rumo. se, se, se

parece fácil, mas verifico que muitos se escondem nas primeiras ideias que chegam à cabeça. ideias com pouca força, de pouco entusiasmo, que não aquecem nem a alma do próprio, quanto mais as palavras; não trazem ânimo, nem às mãos, quanto mais ao sorriso.

um desafio: da próxima vez que se vir perante uma situação chave, sobre a qual tem de facto uma intenção bem clara, forte, determinada (sobre o que quer que aconteça), escreva essa intenção. não avance enquanto não estiver confiante com a intenção. reescreva tantas vezes quanto necessitar. depois, ponha-a em prática. tome boa nota de todos os novos detalhes que vão surgir. principalmente da confiança que vai sentir.

 

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sobre a mudança #3

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mais um ano, mais um camiño de Santiago, palmilhado pelos meus pés, bem presente nos meus olhos, nas minhas memórias, nos cheiros que guardo, nos sons que vamos ouvindo e reconhecendo. os inúmeros cursos de água, os pássaros mais ou menos presentes, o vento, as folhas, as vozes dos que nos cumprimentam, alegres, com votos de 'buen camiño' ou 'buenos dias'. 

um ano mais e novas caras, novas vidas se juntaram, num grupo de 9, a quem se vai juntando os que diariamente vão entrando e saindo da estrada. 7 dias de caminho, inúmeras conversas. outra mão bem cheia de silêncios. muita generosidade de partilhas, de ouvidos, de risos. e muita aprendizagem.

no fim, para além dos amigos que já o eram, há novos amigos. contudo, sempre a mesma certeza: quem se mexe da sua zona de conforto já segue para um novo destino. e, como no The Great Marigold Hotel, calha sempre bem lembrar (em português, livre): no fim tudo vai ficar bem, se não está bem não é o fim:)

obrigada João Perre Viana. it's realy good to walk with you!

 

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