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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre a escuta activa

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de um modo geral, ganhamos pouco (muito pouco) em falar, falar, falar. temos a ideia de que falar, falar, falar, nos dá uma certa primazia sobre os demais. que marcamos terreno, ocupamos espaço, lideramos conversas e reuniões.

porque falhamos então? 

porque não ouvimos na maior parte dos casos. porque insistimos em impor-nos, sem saber se do outro lado há espaço para nós.

porque não nos colocamos de verdade nos momentos.

a maioria de nós aprecia silêncios. até vários silêncios numa conversa. há espaço para a pausa que nos ajuda a encaixar uma nova ideia na nossa cabeça. o momento em que respiramos, olhamos para a pessoa ou pessoas à nossa frente. a pausa para podermos observar o que nos rodeia. o silêncio que mais não é o espaço necessário para ponderarmos novos argumentos. 

apreciamos e valorizamos os silêncios porque tornam as conversas mais naturais, mais vivas. 

e há mais: os nossos silêncios dão espaço a novos significados. quando aproveitamos os nossos silêncios para ouvir os outros surgem novos dados. mais informação sobre o outro ou os outros. sobre as suas motivações, crenças, esperanças, ...

que tal?

 

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e assim nascem grandes conversas

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tocar com respeito o mundo do outro abre a porta à franqueza, a aceitar o nervoso miudinho, o estar mais ou menos vulnerável. é onde começa a reciprocidade das boas conversas. das boas reuniões. dos almoços memoráveis.

de repente ficamos mais tranquilos. sorrimos com maior facilidade e fazemos questão de identificar (mesmo) o que interessa na conversa. com o olhar. com as sobrancelhas. com a voz. damos expressão. e não deixamos de tratar o momento com o carinho que ele possa merecer. muito pelo contrário.

para quê participar em qualquer outro momento que não fique na memória? para quê seguir para reuniões onde não participamos de verdade? 

 

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sobre a assertividade

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ter o coração na boca é bom até certo ponto. quando nos deixamos levar por ele nem sempre gostamos do resultado. 

o mesmo acontece para quem tem o cérebro ligado à boca. nem sempre as pessoas se deixam ir, se motivam com o que dizemos.

a assertividade junta os dois, a uma esquina próxima da boca, mas onde ainda há uma distância que nos dá espaço para respirar. como? 

primeiro a assertividade resulta da racionalização dos aspectos práticos, das ideias chave a transmitir e a repetir. e, por princípio, a razão não se alonga muito mais.

depois chega o coração, que pinta de cores o mais importante, que sublinha ideias chave, que anima exactamente os pontos mais relevantes. acelera a voz, traz brilho a um sorriso e traz vida às mãos. 

é quando sai um conjunto de ideias bem articulado. e com impacto. e que mais facilmente fica nas pessoas que temos à nossa frente.

o que temos de garantir? que à primeira provocação, não deixamos o coração chegar-se à boca. recostemo-nos na cadeira para ganhar distância, organizemos pensamento, um pouco de calor do momento, e sigamos. para melhor, com certeza:)

 

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sobre o impacto que criamos nos outros

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desde que me lembro que falar sobre ter cuidado com o que se escolhe como indumentária provoca reacção.

uns dirão que é tema fútil. outros vão querer impor as suas opções (não usar gravata, por exemplo, ou inisitir que calções de banho ou chinelos são normalíssimos no quotidiano de qualquer escritório). outros dirão que seguem a moda e outros ainda que não vão querer segui-la de todo.

eu diria que, no fundo, todos nós sabemos que o que escolhemos para vestir ou calçar, o que decidimos sobre a maior ou menor quantidade de adereços, cria de facto impacto. e, como em tudo, há os que querem criar uma impressão mais profunda e os que querem passar discretos. será sempre uma questão de opção.

e, no limite, quando estamos mais seguros e confiantes de nós próprios, será ainda uma questão de estilo. algo que fala por nós, ainda antes de cruzarmos os olhar com alguém, de sorrirmos ou até de abrirmos a boca. 

e um estilo que fala mais alto faz muito por nós. 

 

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