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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

as dicotomias, os extremos em simultâneo são um íman

no meu dia-a-dia de trabalho (ajudar quem me procura a brilhar na comunicação) tenho algumas questões que me acompanham sempre. há uma em particular (com algumas variações) que me persegue (ou para a qual estou sempre à procura da melhor resposta): o que têm os que já brilham? o que os faz brilhar? como fazem para brilharem?

hoje, ao ler este artigo, reforcei uma ideia que já cá andava: quando aceitamos alguma da nossa vulnerabilidade apresentamos-nos de alguma forma mais corajosos. claro está que esta vulnerabilidade tem de estar em consonância com outras forças, como a auto-confiança, para que seja mais valorizada. é por isso que a vulnerabilidade quase se torna um acto de coragem.  

onde está esta vulnerabilidade? na voz que pode tremer um pouco. ou nas mãos que podem estar mais nervosas. e pode estar no contacto, na atenção que dedicamos ao outro: no difícil olhar nos olhos do outro que se nos apresenta; na escuta mais activa que podemos (e devemos) aplicar ao que nos diz, ao que nos traz; em cumprimentar com disponibilidade.

a auto-confiança traz a disponibilidade, manifesta na maior calma, ou na maior presença efectiva no momento e na atenção às pessoas que nele participam. 

a auto-confiança vem-nos da experiência, de confiarmos que vai dar certo. que temos tudo o que precisamos para lá chegar. mas importa chegar aos que temos pela frente. 

por isso os extremos aparentes Auto-Confiança e Vulnerabilidade funcionam. combinam. 

haverá outros ingredientes para um comunicador 'brilhante', carismático. por isso a questão 'O que os faz brilhar?' me acompanha sempre. a resposta nem sempre é a mesma (somos seres únicos) e fico sempre feliz de chegar a mais conclusões. naturalmente, há é um somatório bem curioso de atributos, vontades e trabalho, felicidades e sortes.

 

Be, Great!

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sobre a comunicação exímia

hoje ocorreu-me que um comunicador exímio é aquele que nos entra na pele, que arrepia; aquele que instala uma música ou uma imagem que se torna recorrente ao longo do dia e, às vezes, daí por diante. é aquele que nos tira uma dúvida. que nos faz acreditar em algo.

é como se o comunicador exímio entrasse em nós com um cavalo de tróia: conquista-nos de verdade.

 

Be, great!

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ano novo, nova atitude?

sabemos que, à entrada do novo ano, lançamos para nós um sem número de intenções. umas perseguimos, como se não houvesse amanhã. outras ficam pelo caminho.

diversas leituras podem justificar a diferença entre umas e outras - as que nos acompanham e aquelas que largamos assim que tivermos hipótese. uns martirizam-se por deixarem mais uma vez pelo caminho o que nunca conseguem concretizar. outros, um pouco mais sábios, já aprenderam que essas, as que ficam pelo caminho, na verdade não devem ser nossas, pois se as esquecemos, se nos queimam as mãos, se , se...

o que os mais 'sábios' já aprenderam é que há uma subtileza na linguagem que vai muito além das palavras. está evidente nos actos. na verdadeira intenção que está por detrás de cada uma das intenções que lançamos para nós próprios. chamemos a esta subtileza o pensamento positivo. o facto de acreditarmos em algo que de verdade nos move.

e não percamos de vista que esta crença tanto vale para o que queremos de verdade como para o que queremos que não chegue a nós. sentimos da mesma forma, ainda que em sentido diametralmente oposto.

há uns dias, propus à minha filha de 10 anos que quando dissesse algo de negativo (o que lhe acontece com alguma frequência), pensasse de imediato em algo positivo. seria bom, disse-lhe, não só para a distrair do mau, para a 'ensinar' a valorizar o bom.

quando me disse que uma amiga lhe torceu um braço, lancei-lhe um olhar de desafio, para que procurasse algo positivo. para minha surpresa, a resposta foi: 'boa, não me torceu o outro!' - o positivo que encontrou era pouco:) e a atitude azeda, acompanhava o pouco entusiasmo pela minha teoria.

esta, confesso, não era a resposta que eu esperava. e no entanto este tipo de resposta é, na maior parte das vezes, aquele que nos surge: uma ideia pouco entusiasmante, quase nada aliciante e, sentimos, nós, que não impele à acção. 

se assim lançarmos as nossas intenções para cada nova etapa - de forma pouco convicente, sobretudo para nós, se não sentirmos o ganho, evidente -, o resultado será zero. pensar em 'fazer dieta', tendo em mente que vai passar fome; ou que é desta que se torna ginasta ou maratonista, mas não perde de vista o conforto dos lençóis, lamento, mas não será assim que o vai conseguir.

pensemos então no que definitivamente queremos. basta uma ideia. olhemos bem para ela. 'olhos nos olhos' se possível. vejamos como e onde brilha, onde estão as sombras. acolhamos o seu peso e forma, 'vestindo-a' se tal for possível. sentido como nos altera. escreva tudo, se gostar de voltar às palavras. liste ideias ou atributos, se for o que mais lhe convém. 

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tem a sua ideia bem clara? tire-lhe uma fotografia mental, grave as palavras que vai repetir para si ao longo dos proximos tempos. reserve. consuma oportunamente.

garanto-lhe que essa ideia vai chegar a bom porto! 

BOM ANO 2018

 

Be, Great!

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