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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

dizer o óbvio

dizer o óbvio parece, por vezes, tão rídiculo que o deixamos de lado. e, digo eu, lamentavelmente deixamos o óbvio de parte com crescente frequência. tanta que acabamos por perder o hábito de o fazer. o que é uma pena.

sempre que pensar como deve começar uma conversa, sobretudo aquelas que parecem mais dificeis ou mais delicadas, comece pelo óbvio. sem subterfúgios. nem amaciadores desnecessários (os advérbios, os qualificadores, a palha). 

o óbvio é simples, fácil. é limpinho. sem espinhas. é directo e objectivo. ajuda a alinhar expectativas, a clarificar. 

e torna as conversas potencialmente dificeis em conversas claras. 

o óbvio traz direcção aos temas. funciona com frases curtas. é um pleno de assertividade. 

vale a pena praticar:)

 

Be, Great!

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evite a rotina

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há muito que cheguei à conclusão que não deveríamos ficar muito tempo no mesmo local. ou função. ou área. acomodam-se a nós. e nós a tudo o resto.

atados a esta comodidade, perdemos sentido crítico. ficamos sem a distância necessária para olharmos para o que nos rodeia. e sem perspectiva para encontrarmos forma de contornar obstáculos. 

 

Be, Great!

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espelho meu, espelho meu, quem tem melhor imagem do que eu?

numa conversa recente surgiu o tema: 'devo ou não dizer a um cliente com quem trabalho que a imagem dele não é a melhor?'

gosto sempre de perceber o que pode determinar estas comparações.

falou-se nas opções dos cortes dos fatos. das opções por cores (de camisas e gravatas). entre outros tópicos. 

alegou-se que, a manter o que está, aquela imagem, aquelas opções, não estarão de acordo com o que serão as possíveis premissas do que será a imagem adequada para aquela pessoa. para aquele cargo. para aquela empresa.  

abordou-se possíveis 'modelos' de uma imagem impecável. em grande parte induzida pela comparação com outros modelos.

a pergunta mantinha-se: devo ou não dizer?

com frequência falo sobre este tema com os meus clientes. um toque aqui. outro acolá.

a maior parte percebe a ideia de que uma imagem 'cuidada' lhes trará melhores resultados. mais difícil é não termos todos a mesma leitura do que é uma imagem 'cuidada'. 

por isso há cautelas a ter. e outras questões a colocar.

pode melhorar? em quê? o que cria ruído com os outros? pode começar numa determinada área da sua vida profissional ou pessoal e dentro destas em momentos específicos?

mais do que questões, conviria utilizarmos de alguma cautela. mudanças radicais podem gerar um ruído muito maior na pessoa a quem pedimos que mude.  

criamos um novo problema a quem era pedido que comunicasse com eficiência. a forma ganha toda uma dimensão.

foquemo-nos então no aspecto, na característica, na peça, que pode ter maior impacto no todo. e comecemos por aí. um fato que é demasiado claro pode expor em demasia os defeitos do corte. uma gravata demasiado fina num pescoço largo demais soa estranha (e apertada). uma saia mais curta pode fazer sobressair o que não se quer numa poltrona em palco. 

todas as histórias têm um início. mudar de imagem também: se saltarmos para a conclusão resta o gosto amargo de não termos apanhado as nuances de uma boa intriga, por exemplo. e a memória não vai ser tão vívida.

não menos importante, viver e consolidar mudanças torna-nos proprietários

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 dessa novidade. portanto, mais seguros e mais confiantes nos nossos papéis.

 

Be, Great!

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a propósito do web summit

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estamos todos ligados. a máquinas. a telefones. a afazeres e tarefas.

e estamos todos ligados à vida. ao que nos move. a pessoas. momentos e memórias. e ao futuro.

sorria mais e tenha mais sorrisos de volta. 

bom dia! boa sexta! bom fim de semana!

 

Be, Great!

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sobre o esforço e o resultado #3

no acompanhamento de pessoas que querem tornar-se melhores comunicadoras cheguei à conclusão que todos podem evoluir e marcar efectivamente o seu lugar 'ao sol', ie, brilhar em cima de qualquer palco, perante qualquer audiência. como podem chegar a esse brilho? basta querer. querer mesmo. de verdade. ao ponto de todos os dias praticar. tornar algo que mexe connosco numa urgência.

como se torna um medo ou uma insegurança numa urgência? traz-se precisamente a vontade de comunicar mais e melhor para o dia a dia.

para as interacções com qualquer outra pessoa. certificando-nos de que chegamos à outra pessoa que temos pela frente. no café, quando oferemos um sorriso além da dicção perfeita de: 'Bom dia, traz-me um café?'; no trabalho quando ouvimos, mesmo, quem nos procura para um conselho ou para uma partilha; com um cliente a quem mostramos que vamos mesmo, mesmo, acrescentar valor.

traz-se para as nossas mãos, que reforçam a expressão ou a intenção do que dizemos. traz-se para os olhos, que procuram perceber o impacto que temos nas outras pessoas.

afinal, não custa nada ser um comunicador de mão cheia:)

 

Be, Great!

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onde nos leva a mudança? bem vindo ao mundo da reinvenção!

tenho andado embrenhada em 'mudança'. na palavra. e no seu significado. vivemos uma era de enorme, rápida e surpreendente mudança. avaliamos tudo e todos. sabemos (aparentemente) porque pessoas, empresas, áreas de negócio ou mesmo sectores ou países parecem condenados. parece fácil encontrar o desgaste que determinou a ruptura. 

gastamos horas a avaliar e a pensar nos outros. e connosco? teremos esta mesma capacidade?

do que tenho aprendido, dói pensar que estamos (ou podemos estar) a perder valor. que alguém do outro lado pode pensá-lo. e pô-lo 'em prática'. é quando sentimos a agressão, que muitas vezes parece confirmar que o valor está a perder-se. é quando o desgaste conduz à ruptura.

porquê insistir em permanecer no desgaste, então? porquê insistir em fazer tudo da mesma forma?

tendo a certeza que se continuar a fazer igualinho os resultados serão os mesmos, porque não contrariar? porque não procurar estratégias alternativas?

por onde começar? porque não pelo princípio:

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para que faço o que faço? porque razão me hão-de pagar / recomendar / procurar / ... para fazer o que faço? o que faço eu de facto tão bem que gera valor? quem me dá valor? a quem quero dar valor?

não aceitemos as primeiras respostas. são normalmente tímidas.

importa procurar por detrás de cada ideia, de cada valor, o que está verdadeiramente a suportar-nos. é nesse lugar que conseguimos algumas respostas. respostas que vão ajudar-nos a olhar de novo nos olhos de quem queremos ter connosco. ajudar-nos a determinar efectivamente o nosso valor. ajudar-nos a reforçar a nossa confiança. 

não fiquemos por aí. pratiquemos esta abordagem com os nossos, com amigos, com equipas, com chefias. sempre que fizer sentido. é quando começa a reinvenção.

vamos a isso?

 

Be, Great!

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sobre a intenção #2

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as mesmas acções levam-nos aos mesmos resultados. por isso importa pensar o que queremos. como queremos. quando queremos. quanto mais pensarmos, mais conseguimos decidir sobre qual será a nossa intenção.

a intenção de facto.

uma intenção que é clara para nós, está inscrita na nossa cabeça, nos nossos olhos. nas nossas mãos. passamos a agir declaradamente para cumprir com aquela intenção. dizemo-la de uma forma clara. os nossos olhos brilham quando a dizemos. expressam o quanto queremos vê-la cumprida. as nossas mãos, os nossos gestos, o nosso corpo vibram por aquela intenção.

é quando a intenção fica clara nas mãos, nos olhos, cristalina nas palavras, que nos tornamos melhores no nosso papel de comunicadores.

como reage quem temos pela frente? vai querer fazer-nos a vontade.

 

Be, Great!

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