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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre o esforço e o resultado

como é que vamos saber se o resultado que atingimos cumpre na justa medida com o esforço que dispendemos? como sabemos que o nosso limite é o adequado aos resultados que queremos? como é que vamos saber se não há nada, mesmo nada, que nos leve mais além? 

na verdade, muitas vezes não sabemos. sobretudo em comunicação.

esta semana, enquanto subia ao palco um conjunto de trainees com quem trabalhei, pensei no quanto todos trabalharam. muito. tanto trabalho de todos para impactos tão diferentes.

dei comigo a pensar por que razão tanto trabalho e empenho leva a resultados tão diferentes entre si? o que há de realmente diferenciador nos registos que mais marcam?  

a conclusão ganhou consistência. saltou-me à vista o risco.

o ponto de partida, no caso da comunicação, não é uma apresentação que tem de ser feita. o ponto de partida é: como é que vou contar a minha história da forma mais marcante? é como se soubesse que tenho o fogo de artifício, pelo que vou lançá-lo!

há pessoas que assumem naturalmente a tarefa de arriscar. porque sabem que já que foram desafiadas, já que se vão sentir desafiadas, então querem deixar uma marca. então vão impressionar.

é neste ponto que começa o trabalho de verdade. e o esforço deixa de pesar. deixa de haver uma luta contra o esforço, para dar lugar a um foco nos resultados. passamos do desafio doloroso ao sorriso matreiro. e há uma enorme distância entre estes dois pólos. é o que separa uma apresentação muito competente de uma outra totalmente disruptiva. 

perguntam agora: e quem tem esta faísca? todos nós, tenho a certeza. se procurarmos esta faísca, melhor se a deixarmos brilhar, vamos ter resultados brilhantes. 

o que temos de fazer? ouvir esta nossa voz que nos provoca. aceitar que podemos ir além das marcas. saber que sendo nós especialistas dos nossos temas, podemos contornar ordens. podemos surpreender com metáforas. criar histórias e anedotas. no fim, o melhor de tudo, é sermos surpreendidos pelos nossos próprios registos e resultados.

 

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sobre boas conversas #14

entrevista a Kwame Ferreira, 39 anos, líder da Impossible Labs, cofundador da Enchufada, da Vinil Factory, de revistas de moda e música, um dos fundadores da consultora de inovação Fjord. (...)

“Há um ditado que diz que os empregos são para os robôs. E é verdade. Nós devíamos ser poetas, filósofos, amantes”, disse ao Observador, numa pausa de 24 horas, antes de seguir para a Somália. 

a ler aqui

 

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sobre atitude #9

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há umas semanas conheci uma responsável de uma área de negócio 100% tradicional (a área de negócio:)). ajudei esta responsável a construir o seu momento de comunicação: falar para a equipa interna sobre os desafios da sua área de negócio, sobre como via a evolução no curto prazo. sobre as respostas que acreditava terem de ser pensadas para contornar as dificuldades que aí viriam.   

dei-me conta a determinada altura que, naquela empresa, praticamente todas as áreas de negócio eram tradicionais. hoje em dia, consideramos quase tudo nessa linha, não é? mas dei-me conta de que aquela responsável tinha um traço maior que outros. que a tornava 'diferente'.

ainda que tivesse as mesmas bases académicas e um percurso profissional similar aos seus pares, esta responsável lidera uma das áreas que maior procura tem internamente na empresa.

o que a torna então diferente? a sua atitude. a forma como encara os desafios. a forma como consegue ter uma visão completa sobre o 'tabuleiro' onde se distribuem os seus temas, clientes, desafios, etc.

e não será sempre a atitude a determinar os resultados? 

a meu ver sim. estamos prontos para ocupar o nosso espaço assim que a nossa atitude esteja 100% de acordo com o que já somos. 

quando somos o que sabemos, quando sabemos o que somos, a nossa atitude é tranquila. mesmo que seja enérgica. ou provocadora. ou qualquer outra coisa. quando é energizante, conquistamos e motivamos. quando é inquieta provocamos, agitamos as águas.

na maior parte das vezes, sei bem, para estarmos 100% confiantes, só precisamos de ganhar consciência de que temos tudo em nós. quando aquela responsável se deu conta do que é, do que sabe, do que a move, a comunicação fluiu.

 

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