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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

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este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

Mudar de vida e a pressão da Culpa

Mais uma vez, a caminho de Santiago - este caminho é profícuo de boas conversas - encontrei mais pessoas a quem mudar de vida (profissional) surgiu como algo que tinha mesmo de acontecer. E quando aconteceu a culpa apareceu. Razões à parte, é comum esta culpa aparecer. Baralha. E muitas vezes nãos os deixa aproveitar o momento. Ou porque nos questionamos sobre se o merecemos, ou sobre se é justo, ou qualquer outra coisa. Mas esta pessoa deu-me um dado novo. Perguntava-se ele: se a economia do meu país deve crescer acima dos 4 ou 5% quanto é que terei de produzir na minha nova vida profissional? A pergunta que me surgiu de imediato - na minha cabeça, de início - foi: quanto é que cada um de nós deveria 'crescer' ao ano? Crescer individualmente - acredito eu - traz-nos tanto mais que talvez seja 'justo', talvez 'mereçamos' saber quanto acrescentamos ao que já éramos. E com isso, talvez estejamos em condições mais que perfeitas de acrescentar as nossas empresas, aos nossos projectos. Ou aos nossos países. Conseguem imaginar o que seria um país ser vivido por uma população auto-consciente, que se conhece profundamente, que procura novos caminhos, novas perspectivas? Eu consegui imaginar. E foi uma belíssima imagem;) Be Great! www.plus.com.p

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impacto das primeiras impressões

Estou a caminho de Santiago. Com um grupo improvável de pessoas que escolheram fazer este caminho nesta mesma altura. Conhecemo-nos no domingo e não pude deixar de pensar no primeiro impacto que recebemos dos outros. E também no que criamos. Pois que a comunicação é sobretudo recíproca. É fácil decidir o que recebemos de quem conhecemos: parece ou não simpático, disponível ou ausente, atencioso ou egoista, interessante ou superficial. E por aí fora... Pensar no que lançamos sobre os outros, efectivamente, já não será tão fácil. Queremos tudo. Ou não estamos seguros de nada. Ou um pouco de confiança ao mesmo tempo que um espaço livre para preencher com a reacção ao que surgir. A melhor decisão: não decidir. Deixar espaço e tempo para ouvir, para receber dos outros. E lançar o que é de nos. E ainda mais tempo e espaço para o que será verdadeiramente recíproco. Aí começa a comunicação. Mesmo. Até aí era quase só um monólogo. Be Great! www.

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para o meu filho

há momentos na vida em que a vida mete medo. a sério. e nem se consegue pensar que a situação nos vai fazer rir, eventualmente, algum tempo depois. não dá no momento.

para alguns de nós, a primeira vontade, o primeiro instinto é fugir. dali. da situação. das pessoas. do enquadramento. alguns de nós fogem. outros ficam. sempre fui das de ficar. para ver no que dá. instintivamente consigo decidir o que vale a pena do que não vale. e nas que parecem valer, fico.

raramente fugi. e quando o fiz, não perdi tempo a pensar no que poderia ter acontecido. não importa, não é? pelo menos para mim. 

quando o meu filho me diz que quer seguir um caminho para fugir de outro, não consigo deixar de pensar nas estratégias que todos criamos para lidar com os problemas, ou situações, que nos vão surgindo. a cada situação, a cada contrariedade, lembro-lhe que vale sempre a pena decidir com base no que queremos. fugir do que não queremos não é, na maior parte das vezes, o caminho. até porque a vida, ou o destino, se vai encarregar de trazer um desafio maior. 

enfrentar algo custa. mas saber que há mais para além dos obstáculos dá-nos outro conforto. como já ouvi dizer, antes de chegar ao topo do everest há uma sucessão de outras chegadas. destinos intermédios que aproximam do objectivo. e nos levam para além do início da jornada. do caminho. ou da escalada. ou qualquer outra metáfora que apeteça. 

para quê pensar no que não queremos?

porque não pensar: e onde queremos chegar? como é quando lá chegarmos? quando olharmos à nossa volta? como é que respiramos nesse momento? o nosso coração bate, arrebatador? os nossos olhos vêm melhor todas as cores e movimentos em nosso redor?

vai por mim, meu filho, não te vais arrepender: traz a ti todas as tuas esperanças. todos os teus sonhos. deixa-os vibrarem dentro de ti, como a melhor música que te anima. sentirás então toda avontade de seguir. de ultrapassar o que te atrasa. vai.

bjs mãe

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novo ano, novo objectivo. o mesmo camiño

entro hoje em contagem decrescente para repetir o Camiño de Santiago. pelo menos parte dele. de hoje a quinze dia, ponho os pés ao caminho e lá irei de Ourense a Santiago.

espero uma nova semana de desafios. de conquistas. de paisagens belíssimas. daquelas que enchem a vista e o coração.

já desenhei o que quero trabalhar nesta semana longe de tudo e tão perto de mim. o João Perre Viana promete uma semana super preenchida. pela experiência do ano passado, estou certa de que me espera uma semana extraordinária!

 

Be Great!

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santiago