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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

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este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre a marca pessoal #1

uma boa amiga confessava-me um destes dias que, a propósito da negociação da sua saída da empresa onde trabalhou por mais de uma década, se deparou com alguns constrangimentos a propósito de valores. monetários.

comum? muitíssimo. 

muitos de nós já passaram por momentos de negociação ao longo da nossa carreira: aumentos, definição e avaliação de objectivos, entre outros.

difícil? com frequência sim. mas porquê?

colocamo-nos numa posição pouco frequente: sentimos os holofotes em nós. queremos 'sobressair' numa conversa onde com frequência parece que nos querem 'abafar'. e assumimos que estamos sob escrutínio, externo na maior parte. e pensamos, damos menos atenção ao nosso próprio escrutínio, sobre nós, sobre o nosso interlocutor, sobre toda a situação.

ponderar todos os elementos traz-nos alguma sanidade de volta. há toda uma nova informação que nos chega quando nos permitimos (ou obrigamos) a afastar-nos da 'cena'. na distância com que olhamos a questão. rodear a 'cena' dá-nos toda uma nova perspectiva. 

a minha amiga disse-me que andou em círculos na sua cabeça. a tentar encontrar o melhor caminho - o caminho que lhe parecia justo para si própria mas também para a companhia a que dedicou os últimos anos em posições chave e sempre com excelentes avaliações de desempenho (e de resultados objectivos, não menos importante).

saíu do círculo quando pensou que ela própria é uma marca. e representa a sua marca. e que essa marca tem um determinado valor. rege-se por determinados valores e princípios. daí a chegar ao valor a propor para a negociação foi um saltinho.

ir a esta nossa origem (valores, princípios, missão) ajuda-nos a não perder-nos de vista. ajuda-nos a recuperar o que é realmente único em nós. quando é claro para nós, o nosso valor fica mais claro aos nossos olhos. 

e se, por vezes, não é possível negociar o valor justo, é bom que saibamos (e os outros com quem negociamos) que nos é reconhecido.

ajuda-nos a criar um plano para lá chegar. um horizonte temporal e de interesses que nos permitam chegar onde queremos.

saber o nosso valor ajuda muitíssimo numa negociação. tem impacto na nossa atitude. na nossa confiança. e ajuda-nos a chegar mais perto do que queremos. e com um sorriso nos lábios (ao invés da expressão de sofrimento).

muito melhor:)

 

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arrisque um pouco. todos os dias

com-intenção.jpg

é isso. acredite. vai conseguir. vai mover-se um pouco mais em direcção ao que pretende. vai sentir-se mais perto do que sonhou. arrisque a tentar algo de diferente. só assim vai ao encontro de coisas diferentes.

se ainda não chegou lá, se ainda falta um bom bocado, olhe para trás para ver tudo pelo que já passou. pelo que superou.  

nos dias cinzentos traga consigo algo que não o deixe esquecer para onde vai. para onde quer ir. pode ser aquela camisola, aquela cor, aquele amuleto. para lhe dar força quando se sentir vacilar. 

ponha o seu sorriso na cara. não desarme. sorria com os olhos. com a boca. ilumine-se. e ilumine.

sonhe com o seu objectivo. olhe para ele de longe, de perto, de lado. avance para ele. aproxime-se. sinta-lhe a cor, a energia. vai receber mais determinação.

agora, vá!

 

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sobre atitude #8

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a atitude voltou-me à lembrança. o mote? uma conversa sobre um desafio. um desafio daqueles. dos que parecem representar tudo. dos que parecem poder deixar-nos sem nada. desafios que parecem ser tudo. a prova dos nove. a prova que tem de ser superada.

passamos - na conversa - por toda a série de elementos que paralisam alguns, que impelem outros. falámos sobre a diferença de perspectivas. sobre o medo e a força. a coragem. a confiança. e, claro, a atitude. com que encaramos as coisas, claro!

a conclusão? para os grandes desafios, não estranhemos o medo. ele vai lá estar. é claro. na maior parte das vezes está lá para nos proteger. mas deixemos a confiança estar presente também. para nos dar coragem. ânimo e força. deixemo-la ocupar um lugar especial. 

a nossa atitude vai resultar mais fortalecida. vai ser a soma de todas estas partes de nós. é quando brilhamos porque nos permitimos ser nós mesmos!

 

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