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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre as emoções

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em conversa com a minha filha mais nova, falámos sobre as emoções.

explorei o facto de nos ajudarem a destrinçar o que nos anima (relativamente ao que nos puxa para baixo), por exemplo. falámos também sobre como se reveste a tristeza, quando nos atinge como um raio. ou porque razão a repulsa poderá estar tão presente na minha filha (que tem em comum com a personagem do Inside Out - DivertidaMente - a repulsa por bróculos, entre outros alimentos verdes e com mau ar:)).

falámos sobre o medo e de como muitas vezes toma conta da nossa vida, impedindo-nos de ver outras paisagens, outras perspectivas. mesmo ele (ou talvez, sobretudo ele) tem a sua relevância.

a conversa levou-nos à eventual bondade ou maldade de cada emoção. fomos além desta perspectiva: eventualmente pode existir apenas bondade. por um lado acentuam estados de espírito. por outro protegem-nos. de nós próprios. das circunstâncias. da envolvente.

o medo está lá para nos proteger dos perigos. que poderiam efectivamente ser reais. mas facilmente acabamos por usá-lo como protecção alargada a muitas outras frentes.

a raiva está lá para nos fazer agir ou reagir em determinados momentos. não para pardermos a razão.

são as emoções que nos empurram para a frente. que nos afastam de algo. trazem sempre qualquer coisa ao de cima. de nós. e dos outros. e aos outros também.

por isso têm um peso tão significativo nas nossas interacções do dia-a-dia. ainda que às vezes seja preferível passarmos pelos pingos da chuva sem nos molharmos, sendo politicamente correctos. muito melhor seria se criássemos de facto alguma reacção nos outros. 

quer 'brilhar' nas suas prestações, reforçando a emoção que traz ao de cima o melhor de si? atreve-se a trazer para os seus temas a emoção que quer provocar nos outros? avance. o palco é seu!

 

Be Great!

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o meu primeiro livro #1

einstein-livro.jpg

não sei bem se já cheguei ao ponto de parar de ler os livros dos outros. nem sei se alguma vez lá chegarei.

mas estava na hora de tratar do meu. de contribuir para que outros comuniquem melhor. para que falem melhor. para que seja ouvidos. para que as suas histórias perdurem de alguma forma.

tem sido um longo caminho de aprendizagem. para mim também. mas bem preenchido de pessoas com conteúdo. e isso é o que mais me importa.

não tarda, o meu livro vê a luz do dia. e eu sigo para uma nova fase:)

 

Be Great!

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pensar positivo

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havia de ser mais fácil se conseguíssemos ver o lado positivo em tudo. ou se conseguíssemos ser positivos com mais frequência.

mas não somos positivos sempre. todos os dias. todas as horas. por mais entusiastas, há momentos, claro, em que não dá!

normalmente o negativo surge quando nos confrontamos com algo que nos expõe. que nos lança para uma frente que não temos bem a certeza de querer ocupar. como quando sabemos que nos vamos expor. numa reunião. com o chefe. numa apresentação.  

qualquer que seja o momento ou a situação, uma sugestão: aceite o medo. deixe-o entrar, mesmo! abra-lhe a porta, bem aberta. o medo que entre pela porta da frente. ele que tome assento algures, bem à sua vista. 

em vez de evitar olhar o medo nos olhos, olhe-o bem. assim, olhos nos olhos, será o mais íntimo possível. veja para além dos olhos do medo. procure o que lhe diz. provavelmente vai encontrar os melhores fundamentos.

o medo aparece para nos proteger. se não existisse, o mais natural seria perdermo-nos, algures.

agora que já sabe qual a função do medo, deixe-o viver. não insista em calá-lo, em disfarçar que está por ali. ele vai mesmo ficar. 

é mais fácil construir sobre as intenções positivas do medo. sabe o que vai ter mesmo de trabalhar para que o medo sossegue.

sabendo que o medo ali vai ficar, oriente a sua atenção para outros elementos.

qualquer que seja a sua prestação, saiba bem ao que vai. tenha bem presente qual o seu objectivo. quem será a pessoa ou as pessoas que vai ter pela frente. o que quer fazer acontecer.

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rentrée ou como quem diz: de regresso ao trabalho

há anos que esta é, para mim, a época de regresso ao trabalho, com novos propósitos, com intenções renovadas (mais do que as baterias, normalmente).

as férias servem-me o propósito de pensar no que foi o ano anterior. de pensar nos desafios e nos resultados atingidos. mas mais do que isso: no que quero fazer, no que me proponho atingir para o ano seguinte.

ao longo dos muitos anos de trabalho que já trago comigo aprendi, entre outras coisas, a tomar nota destes propósitos.

são pequenas notas que arrumo cuidadosamente na carteira. de vez em quando encontro-as, quase que por acaso. aproveito sempre para as revisitar. assim percebo quanto longe estou, se tenho de corrigir algo para lá chegar. ou se já lá cheguei. há de tudo. chego a dar-me conta de que o que me parecia um passo natural mais não era do que o princípio de um caminho. que acaba por me levar muito mais além do que poderia supor.

essas são as notas de que gosto mais. sabem-me a asas. parece que voei de um destino para outro. ou que já vou a caminho de algo melhor. por vezes maior. 

sugestões a partilhar? tome nota. escreva-as num papel que guarda para mais tarde recordar. ou a que tira uma fotografia. ou que toma boa nota numa aplicação qualquer. dê-lhes prazos. defina quando quer realizar aquela ideia ou projecto. antecipe como quer sentir-se. deixe que as sensações se espalhem. que cheguem às mãos e aos pés. ao sorriso nos lábios. aos ombros abertos numa atitude de conquista. olhe em volta em reconhecimento de quem pode ajudar nos seu processo. convide-os para embarcarem na viagem. 

e siga. mais a direito ou com mais curvas, é uma delícia lá chegar!

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Be great!

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