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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

falar não é escrever

um cliente pediu-me para lhe escrever um discurso. posso fazê-lo por ele? claro que sim.

sobretudo se estivermos ambos conscientes de que tem de haver alguma dedicação extra (da parte do meu cliente) para que as palavras sejam dele (e não minhas).

será sempre uma questão de congruência. discursar com palavras que não me são naturais, ou num tom que não é o meu, será sempre desajustado. e, sabemos já, a boa comunicação 'espelha' o seu autor.  

contudo, aqui colocava-se até uma outra questão: um discurso é algo formal, que deve ser aplicado em momentos igualmente formais. no caso, a situação era relativamente informal. quase familiar. 

percebi-o, então. o discurso servia para acalmar o 'nervo' interior.

com uma folha nas mãos, umas palavras ecritas para onde baixar os olhos, passaria pelos pingos da chuva. eventualmente ninguém perceberia que estava nervoso. e, o mais importante, não correria o risco de se esquecer de nenhuma palavra.

não gosto que os meus clientes corram riscos por nada. mas também não gosto que se escondam. atrás dos 'arbustos' que possam querer criar. 

por isso, em vez do discurso, construímos um guião. um caminho ou um percurso de ideias. que pusemos em prática, claro. para que sentisse as suas ideias. para que testasse palavras. exemplos. para que se lançasse no jogo da conquista da sua audiência. 

no final, houve uma sensação de pleno. de ter conseguido chegar onde queria.

não houve falta de palavras a apontar. não houve esquecimentos. antes uma lógica, que o deixou descansado.o suficiente para se juntar, depois, aos convidados e à festa.

  

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erro de principiante

cometemos por vezes erros de principiante, nas situações em que nos sentimos mais expostos. como falar em público. para mais ou menos pessoas.

não seremos, com certeza, principiantes nas nossas andanças. nem nos nossos conhecimentos.

podemos ser principiantes de palco. na gestão da atenção concentrada em nós. 

e este é provavelmente o erro que mais acomete quem sobe ao palco - maior ou menor - para onde se lançam todos os olhos da sala.

perante tanta atenção, o mais confiante pode vacilar. tremer de nervoso miudinho. deixar-se ir por onde nunca o veríamos.

não bastará dizer-lhe que não se sinta principante (o nosso sistema nervoso central não reconhece o negativo). pense como se quer sentir. ou como se sente na sua pele de especialista (tire o palco da imagem ou da equação).

com uma ideia, uma imagem bem fortalecida do que é, do que se sente, traga o palco, para debaixo dos seus pés. sinta-o mantendo o olhar para a audiência que terá pela frente. sorria com confiança. abra os braços como acolhesse todos.

vai sentir-se bem mais à vontade. 

 

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sobre tudo e nada

prince-carisma.jpg

Prince foi-se. é uma tristeza. 

para alguns era uma referência. para mim foi banda sonora. dos tempos de liceu. e mais tarde. foi sendo.

a capa do new yorker foi especial. é isto. é purple rain em forma de lágrimas.

 

ready? set-go!

todos os dias a rotina entra pelo nosso dia de trabalho. temos os hábitos de uma vida - mais curta ou mais comprida - que nos dão uma ideia de conforto que, sabe-se lá porquê:), nos anima.

talvez por isso a ideia de mudança nos provoque um nervoso miudinho. sair da nossa 'zona de conforto' faz-nos pensar que coisas horríveis podem acontecer. nomeadamente, que podemos sofrer de alguma forma com a mudança.

levamos tanto tempo a construir o conforto, que alterar qualquer coisinha nos faz temer pela nossa sanidade.

mas, e se mudássemos todos os dias? de cadeira, de sala, de colega de sala. o que aconteceria?

provavelmente os nossos sentidos estariam ao rubro. a nossa atenção em níveis históricos.

não sabendo ao que vamos ou aceitando o que o desconhecido nos trouxer, vamos ouvir, vamos ver, vamos imaginar coisas certamente diferentes do habitual.

imagine que para cada dia uma banda sonora. se as experiências forem de facto diferentes, as pessoas diferentes, as interacções diferentes, quão rica seria essa banda sonora?

a parte boa é que pode experimentar por si. não precisa de guia. basta deixar-se ir. ou para os mais calculistas, aceitar planear todo um dia de forma diferente. 

o que ganha? o que perde?

já foi?

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