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just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

just say it

este é um contributo para chegarmos a quem está do lado de lá, porque importa sermos mais activos e disponíveis para o que está em nosso redor. a surpreender na forma como o fazemos. a termos mais e melhores resultados.

sobre boas conversas #3

ou no caso de Fernando Alves, em Sinais (TSF), sobre uma boa história.

uma história daquelas que faz as delícias de quem ouve. de quem escuta. de quem viaja atrás das palavras 

são histórias como esta que vale bem a pena parar para ouvir. de bem contadas. de bem resumidas. de bem trabalhadas para nos cativar.

quem dera a nós, todos os outros comuns mortais, ter metade da mestria nesta arte de contar boas histórias!

 

Plus. Be, Great.

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empreender no feminino

fui uma das mulheres convidadas para partilhar a minha experiência de 'empreendedora'. foi ontem, na primeira edição do Empowerment Women Win Win, iniciativa da comunidade liderada por Maria José Amich.

o evento durou todo o dia e reuniu mais de três centenas de mulheres. mulheres cheias de ganas, vontade, personalidade e tantos outros atributos. 

experiência boa.

aprendi. mas sobretudo reforcei a ideia de que construímos mais quando aceitamos. outras maneiras de estar. outros propósitos. outras formas de encarar a vida. e os negócios, claro.

a minha partilha? o desafio que foi aceitar que o meu modelo - tão, mas tão simples e ligeiro - é tão válido quanto outro qualquer. 

sobretudo olhando para os meus modelos de empreendedores, todos eles homens. poderia esta diferença ser significativa? 

aproveitando o momento 'feminino', procurei no baú um livro muito curioso, que me relembrou algumas diferenças entre géneros. e partilhei com as mulheres (e homens) na audiência.

entre outras, os homens precisam de menos para arriscar, já nós precisamos de nos sentir quase totalmente seguras, quase totalmente confiantes. ora, a confiança não existe a 100%. em ninguém.

medo de falhar? claro, todos o sentimos. mas o melhor a fazer (muitas outras mulheres presentes na edição de ontem disseram o mesmo): aceitar o medo. trazê-lo ali ao nosso lado, sem lhe dar chances de nos distrair.

os homens são mais pelo lado racional das coisas e nós gostamos de abrir as portas à intuição, à emoção. os que reservam espaço para ambas chegam mais além. naturalmente.

o mais importante (na minha aprendizagem) foi mesmo deixar fluir a minha visão. a forma como vejo o meu negócio avançar. à minha medida.

 

Plus. Be, Great.

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